Terça-feira, 18 de Julho de 2006
Voltaremos em breve
Voltaremos em breve....tudo novo...aguardem....
Quinta-feira, 16 de Março de 2006
Coração larissa
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Domingo, 23 de Outubro de 2005
Corrida dos Sapinhos
Era uma vez um tempo em que os bichos falavam... Nesse tempo também havia alegria, diversão e competição e, em certa ocasião, decidiram realizar uma corrida de sapinhos. Eles tinham que subir uma grande torre, e atrás havia uma multidão, muitos outros bichos para vibrar com eles. Começou a competição e a multidão dizia: "Não vão conseguir. Não vão conseguir" Os sapinhos iam desistindo um por um. Menos um que continuava subindo. Aí aclamava a multidão: "Vocês não vão conseguir" E os sapinhos iam desistindo um por um, menos um que subia tranqüilo. Ao final da competição, todos desistiram menos aquele. Todos ficaram curiosos para saber o que tinha acontecido. Quando foram perguntar ao sapinho como ele conseguiu chegar até lá, descobriram que ELE ERA SURDO. Moral da história: "não permita que as pessoas com o péssimo hábito de serem negativas derrubem as melhores e mais sábias esperanças de seus corações."
(Autor desconhecido)
Sexta-feira, 30 de Setembro de 2005
Ser criança

Ser criança é:Saber perdoarSaber amarNão guardar mágoas.Ser criança é:BrincarCorrerViver felizSer criança é:Viver na eternidadeSonhar sonhos de esperançaPara encontrar um mundo melhor!
Sábado, 10 de Julho de 2004
Poema enjoadinho

Poema Enjoadinho
Vinícius de Moraes
Filhos... Filhos?
Melhor não tê-los!
Mas se não os temos
Como sabê-lo?
Se não os temos
Que de consulta
Quanto silêncio
Como os queremos!
Banho de mar
Diz que é um porrete...
Cônjuge voa
Transpõe o espaço
Engole água
Fica salgada
Se iodifica
Depois, que boa
Que morenaço
Que a esposa fica!
Resultado: filho.
E então começa
A aporrinhação:
Cocô está branco
Cocô está preto
Bebe amoníaco
Comeu botão.
Filhos? Filhos
Melhor não tê-los
Noites de insônia
Cãs prematuras
Prantos convulsos
Meu Deus, salvai-o!
Filhos , melhor não tê-los
Mas se não os temos
Como sabê-los?
Como saber
Que macieza
Nos seus cabelos
Que cheiro morno
Na sua carne
Que gosto doce
Na sua boca!
Chupam gilete
Bebem shampoo
Ateiam fogo
No quarteirão
Porém, que coisa
Que coisa louca
Que coisa linda
Que os filhos são!
O texto acima foi extraído do livro "Antologia Poética", Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1960, pág. 195.
Terça-feira, 6 de Julho de 2004
Minha História
As surpresas da vida |

A vida sempre nos reserva muitas surpresas. Aqui está o meu caso.
Nunca pude ter filhos. Entrei precocemente na menopausa aos 26 anos. Nunca fiquei triste ou blasfemei por isto. Já estava decidida. Eu e meu marido não íamos ter filhos. Éramos viciados em trabalho e eu nunca parei para fazer tratamento.
Eu dizia que nunca tinha tempo, pois já estava totalmente preenchido com troca de emprego, emprego novo, promoção, bens pessoais, todas as coisas que pensamos serem importantes na vida.
Quando eu tinha 39 anos uma amiga telefonou-me a dizer que conhecia uma mulher que pretendia abortar e estava com seis meses de gestação. Perguntou-me se eu queria adotar a criança. Respondi: - Você está louca, não tenho tempo para cuidar de uma criança ! Ela ficou indignada e disse que eu era egoísta, e que eu tinha condições para cuidar do bebé.
Passaram-se alguns dias e aquela conversa não saia da minha cabeça. Resolvi então, ligar para minha amiga e perguntei-lhe porque a mãe queria abortar. Ela disse-me que a mãe estava numa situação muito difícil e já estava passando fome. Conversei com a minha amiga e decidi ajudar esta família até a criança nascer. Mandava a cesta básica, roupas, e minha amiga sempre me dizia que os pais desejavam que eu ficasse com a criança.
Faltando 15 dias para o bebé nascer minha amiga telefonou-me a perguntar: - Você já está com tudo pronto ? E eu respondi: Pronto o quê ! As roupinhas, o quarto, etc. Resumindo: em 7 dias fiz um quarto lindo, todo em tons de rosa e branco. Ou seja, era realmente a intenção desta família entregar-me o bebé.
Na porta pus a frase: Bem Vinda LUANA. Quando eu era novinha dizia que ia ter dois Filhos: Luana e Leandro.
A primeira coincidência. Quando o bebé nasceu minha amiga telefonou-me dizendo:- Parabéns mamãe, é uma linda menina. E eu respondi: - Claro que é uma menina, você já havia me dito. E ela respondeu-me: Não, eu não sabia, nem a mãe sabia. Eu disse: Denise, impossível ! Eu fiz o quarto e as roupinhas... tudo em tom de rosa ! Acho que de alguma maneira ou eu sonhei ou foi uma intuição, não sei !
Resumindo: Depois de eu ter-me envolvido a criança não veio. A partir daquele momento a minha amiga despertou-me um sentimento que até então eu não tinha ou que estava adormecido em mim: o desejo de ser Mãe. Chorei muito. Fiquei muito abalada e quis enviar tudo que eu tinha comprado para o bebé e meu marido disse-me para esperarmos mais um pouco: quem sabe aparece um bebé.
Passaram-se seis meses e nada. Pedi a todos. Fui ao juizado. Confesso que saí dali frustrada, pois a assistente social disse-me que teria que esperar uns cinco anos. Resolvi então procurar um médico famoso em fertilização. Fiquei muito decepcionada. Pareceu-me um mercenário a falar muito em dinheiro + tentativas + dinheiro. Na verdade eu teria que comprar um óvulo. Parei alguns dias e pensei: prefiro a adoção. Na verdade, se não é utilizado o meu óvulo, é como se fosse apenas metade meu em termos biológicos.
Quando já havia passado nove meses, minha amiga telefonou-me e disse-me que ouviu numa conversa que uma mãe que estava muito doente (era soro-positiva HIV) e queria doar uma criança. Confesso que eu era uma ignorante sobre o assunto. Conversei com uma médica que me disse que o nosso amado BRASIL é referencia mundial no tratamento de mães com o HIV e que hoje a maioria das crianças que nascem de mães soro-positivas, tornam-se soro-negativas até um ano e meio. Pensamos muito, eu e meu marido, e decidimos que iríamos adotar aquela criança. Mesmo que ela fosse soro-positiva iríamos dar-lhe qualidade de vida.
A segunda coincidência. Seu nome de baptismo era Luana e tinha nove meses. Havia nascido dois dias depois da primeira Luana que não veio. Confesso que fiquei estarrecida. Decididamente esta era a minha Luana e não a primeira que não veio.
Lembro-me que antes de ir buscar minha filha pedi a DEUS que me orientasse e me dissesse se eu estava fazendo a coisa certa. Apanhei minha Bíblia e abriu-se-me numa página que dizia: Muitos são chamados, mas poucos são escolhidos. Lembro-me que chorei de felicidade. Quando fiz à Luana o exame de DNA qualitativo e quantitativo o resultado revelou que não possuía o vírus HIV.
Quando minha filha tinha dois anos, a mãe biológica engravidou de novo. Decidi então ficar também com seu irmão, o Luan. Confesso que por amor à minha filha, pensei exclusivamente nela. Disse ao meu marido que éramos pais velhos e se chegarmos aos 70 anos, já é lucro. Luana só tem a gente e vamos completar nossa família, vamos dar-lhe um irmãozinho.
Quando o Luan completou dois anos recebeu o diagnóstico de autista. Em nenhum momento fiquei triste, ou chorei, ou desanimei. Sinceramente não sei o que vai ser daqui para frente. Claro que me preocupo com minha filha e às vezes me questiono quando a Luana for maior, se ela vai estar preparada. Ela vai querer casar, penso, vai querer construir uma nova família, e não sei até que ponto o Luan vai progredir, ou seja, pela nossa idade 44 e 50 anos, talvez seja à Luana que caiba a missão de cuidar do irmão. Deus nunca me deu coisas fáceis. Minha vida foi sempre pautada por muita luta. Mas se Deus me confiou esta missão é porque posso executá-la com muita dignidade. Às vezes pergunto-me: se o Luan não estivesse comigo, quais as oportunidades que ele teria ao longo de sua vida ? Nada nesta vida é por acaso. Graças ao meu bom Deus posso oferecer um bom tratamento para o Luan. Valeu a pena termos trabalhado tanto, e termos usufruído tão pouco da vida. Meu marido há nove anos que trabalha e mora sozinho em Manaus, capital do Estado do Amazonas.
Eu também trabalho, e moro apenas com as crianças. Eu e meu marido nos vemos de 30 em 30 dias e nosso casamento nunca sofreu abalos por isto. Estamos juntos e fortalecidos para enfrentar mais esta missão e o mais importante é que estou confiante com a recuperação do Luan. Vamos até o ponto onde ele puder ir e vamos agradecer a Deus todos os dias pelas conquistas e vitórias dele. Meus filhos estão profundamente enraizados em meu coração. Amamo-los com paixão. Sinceramente, não me lembro que eles não nasceram de mim. Deus jamais me confiaria uma missão com tamanha grandeza se eu não pudesse dar o que eu tenho de melhor, ou seja, o meu amor e a minha dedicação como mãe e como ser humano.
Portanto, meus amigos, não estamos sozinhos. Existe Alguém muito especial olhando por nós. Lembre-se: nos momentos mais penosos de nossas vidas, Deus nunca nos desampara.
Ah, já ia esquecendo: Luan também não possui o vírus HIV.
DEUS é generoso e nossos filhos são especiais. Atenciosamente Márcia Rocha Rio de Janeiro Brasil |
Segunda-feira, 5 de Julho de 2004
Fica para a próxima
Fizemos tudo mas ainda não foi desta. Mais uma vez as imagens valem por mil palavras.
Crianças Desaparecidas
Crianças Desaparecidas O Dia Mundial da Criança (1 de Junho), que relembra os direitos e sobretudo os sofrimentos de todas as crianças, surge sempre a vontade de querer melhorar qualquer situação. Entre as crianças que sofrem pelo mundo inteiro, existem aquelas que estão desaparecidas. Mesmo longe do Brasil você pode ajudar a encontrar alguém perdido e sem rumo. Através deste site fica a saber o nome e a fotografia de algumas crianças que desapareceram (por país), bem como notícias e estatísticas sobre o tema. O Blog Ternura convida-o a visitar www.missingkids.com.br |
Terça-feira, 29 de Junho de 2004
Associação
Appda- associação Portuguesa para as perturbações do desenvolvimento e autismo
http://www.appda.rcts.pt
Sexta-feira, 25 de Junho de 2004
Agenda
2º Concerto Gospel 100 vozes
A voz do Brasileiro Mauricio Mattar será uma das 100 vozes, que vai encher a Aula Magna de magia, ao lado de outros nomes como Nuno Guerreiro, Sofia Barbosa, Nucha e Joana Melo.Estas 100 vozes vão formar um coro inédito de Góspel, sob direção artística de Guy Destino, um reconhecido cantor angolano deste estilo muito próprio de música.A receita reverterá para a Associação Portuguesa para as perturbações do Desenvolvimento e autismo.
Local-Aula Magna
Data- 29 de junho ás 21:00
Preço-Entre 10 e 15 euros